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NOME DE MARCOLINO VIEIRA REIS VIRA APOSTA JUVENIL PARA PREFEITURA DE ILHÉUS EM 2020

''Precisamos que Marcolino retorne de Salvador para Ilhéus e seja nosso candidato da juventude de ilhéus".

21/08/2019 16h29Atualizado há 4 semanas
Por: Agência
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Marcolino Vieira Reis ao lado esquerdo e o atual Prefeito Mario Alexandre ao lado direito sentado.
Marcolino Vieira Reis ao lado esquerdo e o atual Prefeito Mario Alexandre ao lado direito sentado.
Uma das grandes apostas para as eleições de 2020, sem dúvidas, é a renovação da Câmara Municipal de Ilhéus e da Prefeitura. Com um sabor de insatisfação, grande parte da população parece não estar convencida do trabalho exercido de boa parte dos atuais vereadores e tem dúvidas sobre a gestão do prefeito. Com isso, muitos nomes vem surgindo na aposta de filhos da terra engajado a juventude.
 
Ideias novas para tentar aprimorar a política, parece ser uma ótima alternativa quanto ao sofrimento causado pelas velhas práticas. A ligação de raiz com a cidade traz um sentimento de visibilidade maior a quem vive no município, situação muito questionada pela população, desde falta de oportunidades para quem é de de ''casa'' e muita regalia para quem é de "fora".
 
Talvez esta seja a receita para a ascensão de Marcolino Vieira Reis dentro da política local. Ilheense, 25 anos, com formação em Ciências Políticas pela USP via MOCC, graduando em Gestão Pública pela Universidade Salvador e Estudante de Universidade Federal Internacionalista, Marcolino Vieira Reis está se preparando ao longo dos próximos meses e nas ruas, colégios e praças comentam que a sua hora chegou. ''Precisamos que Marcolino retorne de Salvador para Ilhéus e seja nosso candidato da juventude de ilhéus. Não só eu mas outras colegas comentam o nome dele" Afirma Maria Santos, estudante do CEEP quando perguntada na praça do Teatro. 
 
Em contato com Marcolino Vieira Reis pelo whatsapp, ele disse à nossa redação: "Sei que posso ajudar muito e estou me preparando para isso. Tenho muita disposição para contribuir com o município onde nasci.  Para a mudança começar a acontecer, temos primeiro que acreditar nos Filhos e Filhas de Ilhéus. Cidade de um povo que a 485 anos, desde os tempos escravocratas e de invasão ao território vem sofrendo. Cidade de povo trabalhador e que precisa ter maiores oportunidades. Mas uma candidatura só acontece se há vontade do grupo, e ainda estou dialogando com os grupos de juventude já que somos mais de 60 mil jovens em ilhéus com potencialidades diversas se nos unirmos por amor a ilhéus, carinho e respeito aos jovens e também toda a população. A tempos incentivo e encorajo jovens serem candidatas e candidatos à Câmara de Vereadores e fico feliz em pensarem sobre minha candidatura à Prefeitura de Ilhéus mas só acontecerá se for uma candidatura coletiva.''
Marcolino Vieira Reis em palestra em colégio sobre política e cidadania.
 
O QUE SÃO CANDIDATURAS COLETIVAS?
 
Vote em um candidato, eleja vários. Nessa lógica, grupos de militantes sociais de ao menos cinco Estados brasileiros (SP, DF, PE, MS e PR) tentam emplacar as candidaturas denominadas de “mandatos coletivos” para os cargos de deputados estadual, distrital, federal e senador nas eleições de 2018. São agrupamentos nos quais uma pessoa aparece como a candidata na urna, mas se compromete a dividir todas as ações do mandato com as outras que foram previamente definidas.

Dois exemplos. Em Brasília, quatro militantes de causas sociais se uniram para disputar uma vaga na Câmara Legislativa do Distrito Federal, pelo PSOL. Em São Paulo, três ativistas se juntaram para concorrer a uma vaga ao Senado e, se forem eleitas, dividirão o mandato com mais 18 cidadãos que estão sendo escolhidos por elas e pelo seu partido, a Rede Sustentabilidade. Nos dois casos, os chamados coparlamentares assinam termos de compromisso nos quais se responsabilizam em dividir o mandato entre eles assim como parte do salário ou das verbas destinadas à atividade parlamentar.
 
REGISTRO DE CANDIDATURAS COLETIVAS
 
A Justiça Eleitoral permitiu o registro de pelo menos nove candidaturas coletivas, formadas por grupos de pessoas que se uniram para concorrer a uma única vaga no Legislativo. A ideia é que, ao votar em um, o eleitor possa eleger três, quatro ou até cinco representantes, que tentam lugar no Congresso Nacional, na Câmara Legislativa do DF e nas Assembleias Legislativas de São Paulo, de Mato Grosso do Sul e do Paraná.

Os dados foram levantados com base em informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como a busca foi feita apenas com os termos “coletivo” e “coletiva”, a quantidade de candidaturas desse tipo, mas com outras nomenclaturas, pode ser maior.
 
CANDIDATURAS COLETIVAS ELEITAS NO BRASIL
 
Com informações da Agência Brasil-EBC, houve uma candidatura coletiva eleita pela primeira vez no estado de São Paulo. A Bancada Ativista, formada por nove ativistas políticos de diversas áreas, recebeu 149.844 votos e foi a 10ª candidatura mais votada no estado no pleito para a Assembleia Legislativa. 

É a primeira vez que uma candidatura coletiva vence as eleições em um grande colégio eleitoral, após experiência similar obter sucesso elegendo, em 2016, um mandato coletivo na Câmara dos Vereadores em Alto Paraíso (GO). Na cidade goiana, o grupo é composto por cinco pessoas.
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